Na Workflow, decisões precedem ações porque decisões geram impacto e impacto exige responsabilidade. Marketing, vendas e estratégia são instrumentos legítimos quando orientados por critério, não quando tratados como fim em si mesmos.
Governança é princípio de atuação, não acessório institucional.
Por isso, governança não é etapa posterior. É ponto de partida.
Atuar sem governança amplia risco, compromete relações e fragiliza reputações. É nesse ponto que responsabilidade institucional deixa de ser discurso e passa a orientar escolhas, limites e posicionamento ao longo do tempo.
Para a WFlow, governança significa assumir responsabilidade sobre o que se comunica, o que se decide e o que se executa.
Isso envolve cuidado deliberado com exposição de pessoas, empresas e contextos sensíveis. Envolve clareza de limites, do que pode, do que não deve e do que simplesmente não faz sentido fazer. Envolve avaliar impacto antes da ação, e não justificar consequências depois.
Governança, aqui, não é controle excessivo.
É consciência institucional aplicada à decisão.
PILARES DA GOVERNANÇA
Ética
Ética orienta limites inegociáveis na atuação, na comunicação e na relação com terceiros.
→ Conheça a visão de Ética da WFlow
Princípios
Princípios sustentam decisões consistentes ao longo do tempo, mesmo sob pressão.
→ Conheça os Princípios da WFlow
Critério
Critério define quando agir e, principalmente, quando não agir com responsabilidade.
→ Conheça o Critério da WFlow
LIMITES E RESPONSABILIDADE
Não expomos clientes, profissionais ou decisões sensíveis.
Não utilizamos atalhos reputacionais.
Não associamos a marca a contextos indevidos.
Não operamos projetos que dependam de improviso, pressão emocional ou conflito de interesse.
Governança não é barreira ao crescimento, mas é o que o sustenta.
Decisões claras protegem relações, reputações e o próprio negócio.
Crescimento sem critério pode parecer rápido, mas cobra preço alto no tempo.
A WFlow escolhe operar com estrutura, mesmo quando isso exige dizer não.